✧O presbítero, ao amado Gaio, a quem eu amo em verdade. ✧2Amado, peço a Deus que prosperes em tudo e tenhas saúde, assim como tua alma prospera. ✧3Pois folgo muito quando os irmãos vêm dar testemunho da tua verdade, como tu andas em verdade. ✧4Não tenho maior alegria do que saber que meus filhos andam na verdade. ✧5Amado, tu procedes fielmente em tudo o que fazes aos irmãos, e estes até estranhos, ✧6os quais dão testemunho do teu amor diante da igreja, aos quais farás bem se ajudares na sua viagem de um modo digno de Deus; ✧7pois, por amor do Nome, é que eles saíram, nada aceitando dos gentios. ✧8Devemos, pois, acolher tais homens, a fim de que nos tornemos cooperadores com eles na obra da verdade. ✧9Escrevi algumas palavras à igreja; mas Diótrefes, que gosta da primazia entre eles, não nos recebe. ✧10Por isso, quando eu aí for, fá-lo-ei lembrar as obras que faz, falando palavras malignas contra nós; e, não satisfeito com isso, ele mesmo não recebe os irmãos e, àqueles que os querem receber, ele proíbe de o fazerem, e ainda os exclui da igreja. ✧11Amado, não imites o mal, mas o bem. Aquele que faz o bem é de Deus; aquele que faz o mal nunca viu a Deus. ✧12De Demétrio todos e a própria verdade dão testemunho; nós também damos testemunho, e sabes que o nosso testemunho é verdadeiro. ✧13Tinha eu muitas coisas que te escrever, porém não o quero fazer com tinta e pena; ✧14mas espero ver-te brevemente; então, falaremos face a face. Paz seja contigo. Os amigos te saúdam. Saúda aos amigos nominalmente.
Tradução Brasileira (TB). Domínio público (edição de 1917/2010).